Certificações Abrangentes | Rótulos Ecológicos | Sistemas de Gestão Ambiental | Comércio Justo | Outras |
Certificações por área | Energia | Hídrica | Edifícios | Agricultura | Floresta | Têxtil | Cosmética | Produtos Marinhos |
Pegadas | Ecológica | Carbono | Hídrica |
Conselhos | Compra | Utilização | Limpeza | Alimentação | Festas | Lazer | Serviços | Fim de Vida Útil |

Conselhos - Alimentação


Alimentos
          Água da torneira          Hortas


 

Alimentos

Comprar alimentos frescos ao invés dos congelados é uma importante medida de sustentabilidade. Além de mais cara, a comida congelada consome até 10 vezes mais energia para ser produzida e pode perder parte dos nutrientes associados à sua frescura.

Escolher alimentos provenientes de agricultura biológica, que dispensam o recurso a químicos na sua produção, é mais benéfico não só para a saúde como para os solos e os cursos de água.

Outro fator a ter em conta na hora de escolher os alimentos a comprar, é a sua origem. Ao preferirmos produtos regionais estaremos não só a contribuir para o crescimento da agricultura local, mas também para a poupança de combustível e consequente redução de emissões associadas ao seu transporte.

A opção por produtos a granel, que já é possível ser feita no caso de leguminosas, cereais e condimentos, é muitas vezes mais vantajosa do que a compra de produtos embalados. Do ponto de vista ambiental, evita-se a compra em demasia e eventual desperdício, bem como excesso de embalagem. Em termos económicos, a possibilidade de levar para a casa apenas a quantidade pretendida permite um maior controlo do orçamento familiar.

Uma alimentação mais rica em legumes e vegetais e com um menor consumo de carnes vermelhas, peixes gordos, queijos e outros derivados traduz-se numa dieta alimentar mais saudável mas também numa menor pegada ecológica do nosso prato. Por exemplo, a produção de 1 quilo de carne de vaca emite 27 kg de dióxido de carbono (CO2) equivalente. Já 1 quilo de lentilhas, por exemplo, emite apenas 0,9 Kg de CO2 equivalente.


 

Água da torneira

Ainda existe alguma desconfiança por parte de muitos portugueses em relação à qualidade da água canalizada. Em alternativa, os consumidores optam por consumir água engarrafada ou aplicar sistemas purificadores de água nas suas habitações.

No entanto, salvo poucas exceções em algumas zonas do país, pode-se beber tranquilamente a água da torneira pois ela passou por diversos controlos ao longo de todo o seu processo de captação, tratamento e transporte até às nossas casas. Por outro lado, as entidades distribuidoras comunicam através da imprensa, habitualmente com uma periodicidade trimestral, a qualidade da água de abastecimento público ao longo de todo o sistema de distribuição domiciliária. Pode-se também consultar os dados de qualidade da água no sítio internet da Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos em www.ersar.pt ou, de forma mais atualizada, diretamente na página da entidade gestora de cada zona.

Estando garantida a boa qualidade da água na generalidade do país, torna-se desnecessário utilizar sistemas purificadores de água ou consumir água engarrafada, uma opção que contribui significativamente para a produção de resíduos de embalagem de plástico.

Duas medidas que podem ser tomadas caso o sabor da água não agrade passam por colocar a água num jarro de forma a que o cloro evapore (um componente que pode originar um sabor desagradável) ou então juntar umas gotas de limão.


| topo |
 

Hortas

As hortas chegaram às cidades e até às nossas casas. Além de nos dar um contacto mais de perto com a natureza, a horta permite cultivar produtos biológicos, livres de pesticidas e outros químicos, mais facilmente.

E se existem já várias iniciativas municipais para disponibilizar terrenos aos cidadãos, um terraço ou até meia dúzia de vasos na varanda é suficiente para ter vegetais, leguminosas e ervas aromáticas "à mão de semear".

   
(Fontes: anossavida.pt e verdenavaranda.wordpress.com)


Pode-se também ter soluções de hortas verticais que permitem ter uma área verde em pouco espaço.

 
(Fontes: aacopa.wordpress.com e dobarro.blogspot.pt)


O fundamental é escolher plantas que não necessitam de muito espaço para crescer, como os morangos, frutos vermelhos, alface e tomate cherry, por exemplo. As plantas aromáticas são sempre uma boa opção.
Perceber o que se dá bem com o quê é importante, bem como as melhores formas de afastar as pragas das suas plantas.

Actualmente existem vários fóruns e espaços na internet sobre este tema que podem ajudar a esclarecer algumas dúvidas:

 | topo |

 

:: CONSELHOS

Escolha produtos de origem biológica e/ou provenientes do comércio justo.


HOME | DOCUMENTAÇÃO | LINKS | GLOSSÁRIO | CONTACTOS | Site desenvolvido por: