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Electrodomésticos - Conselhos

Equipamentos de FrioMáquina de Lavar Loiça | Máquina de Lavar Roupa

 Máquina de Secar Roupa
| Ferro | Ao Cozinhar
 

 

Equipamentos de frio

A colocação do frigorífico e arca num local com menos condições para o seu bom funcionamento pode fazer aumentar até 30% o consumo do aparelho (1). Assim, de forma a evitar essa situação deve-se afastar o frigorífico de fontes de calor (fogão, janelas, máquinas de lavar) e assegurar a boa circulação de ar à sua volta.

Assegurar a existência de espaço entre a parte de trás do frigorífico e a parede (10 a 15 cm de distância) permite o arrefecimento da grelha o que resulta numa poupança entre 1 a 3% do consumo energético.

A correta regulação da temperatura do frigorífico e da arca também é fundamental para um consumo eficiente de energia:

  • No caso do frigorífico, a temperatura de conservação dos alimentos deve ser entre 3 e 5º C. Regular o termóstato para temperaturas inferior a 3ºC significa aumentar o consumo desnecessariamente.
     
  • Na arca ou congelador a temperatura deve estar entre os -15ºC e os -18ºC. Se tiver uma temperatura ainda inferior a -18ºC, por cada grau a menos o consumo da arca aumenta 1 a 2% (1).


A dimensão do frigorífico deve ser escolhida de acordo com a dimensão da família, de forma a que o frigorífico não esteja sempre demasiado cheio ou demasiado vazio, o que condiciona o bom funcionamento do aparelho:

  • Os alimentos retêm melhor o frio do que o ar, por isso quanto mais cheio estiver o frigorífico melhor. Se não tiver alimentos suficientes, coloque recipientes fechados (garrafas, por exemplo) não totalmente cheios, com líquido no interior. Esta medida reduz as variações de temperatura no aparelho, evitando o aumento do consumo do frigorífico enquanto não coloca mais alimentos a refrigerar.
     
  • No entanto, não se deve encher em excesso o frigorífico, pois não permite que o ar frio circule o que torna a distribuição de temperatura pouco uniforme, o que pode conduzir à deterioração dos alimentos.
     
  • Também o excesso de alimentos pode impedir que a porta feche convenientemente e faz com que o consumo do equipamento aumente. Também, cada vez que se pretenda retirar algo, a porta tenha de estar aberta mais tempo, provocando um maior consumo energético.


São várias as ações na utilização dos equipamentos de frio que contribuem para uma maior ou menor eficiência no consumo:

  • Reduzir ao máximo o número de vezes que se abre a porta e o tempo que esta permanece aberta ajuda também a poupar energia (1):
    • Por cada vez que abrir a porta do frigorífico durante 10 segundos, está a aumentar o consumo energético entre 0,2 a 0,8%.
    • Se abrir o congelador de um combinado, por cada 10 segundos de abertura provocará um aumento do consumo de energia de 2%.
    • No caso de se tratar de uma arca congeladora, por cada vez que abrir a porta durante 10 segundos, aumenta o consumo energético em cerca de 1%.
  • Não se deve abrir ou fechar a porta da arca congeladora de forma brusca. A temperatura aumenta muito rapidamente no interior do equipamento, obrigando a um maior consumo de energia para retomar a temperatura interior pretendida. A abertura brusca da porta da arca e tê-la aberta 10 segundos significa um aumento de 2 a 4% no consumo deste equipamento (1).
     
  • Planear as refeições com antecedência permite passar de véspera os alimentos necessários do congelador para o frigorífico. Ao serem descongelados no frigorífico, os alimentos estarão a dar frio, reduzindo em cerca de 2% do consumo energético diário do frigorífico (1).
     
  • Deixar os alimentos arrefecerem antes de os colocar no frigorífico é uma boa forma de evitar fazê-lo trabalhar mais para baixar a sua temperatura. Não guarde alimentos quentes no frigorífico ou na arca congeladora. Isso provoca um aumento de 10 a 15% do consumo diário de energia (1).
     
  • Colocar os alimentos no frigorífico devidamente acondicionados em recipientes, reduz as trocas de água entre os mesmos e o ar no interior do frigorífico. Quando colocar líquidos no frigorífico, tape-os. Os vapores libertados podem provocar a formação de gelo no aparelho, levando a um maior consumo de energia.

 

Manutenção:

  • Verifique se as borrachas do frigorífico vedam bem, entalando uma folha de papel na porta. Se ao puxar a folha não sentir resistência então as borrachas não estão a isolar correctamente, deixando escapar frio e obrigando o frigorífico a trabalhar e consumir mais.
     
  • A presença de gelo nas paredes do congelador implica um aumento no consumo de energia, pois ao acumular funciona como um isolante, levando a que o congelador não consiga perceber a temperatura a que está. Assim, continuará a produzir frio, levando a que se forme cada vez mais gelo. Para evitar a formação destas camadas, é aconselhável fazer a limpeza do gelo atempadamente, não deixando a camada de gelo ultrapassar os 3 milímetros de espessura.
     
  • A grelha exterior do frigorífico (serpentinas) deve ser limpa pelo menos uma vez por ano, para evitar grandes acumulações de poeiras e consequente aumentando o consumo de energia do frigorífico entre 8 a 15% (1). A limpeza da grelha traseira poderá ser feita em qualquer altura, mesmo com o equipamento a funcionar. Se o frigorífico ou combinado for encastrado, limpe regularmente a sujidade do compartimento externo. A grande maioria dos frigoríficos ou combinados encastrados possuem uma entrada de ar junto ao solo, que deve ser mantida limpa, evitando deste modo a transferência de pó e sujidade para a grelha.
  • Pode aproveitar ausências mais prolongadas para fazer a limpeza do interior do equipamento de frio e deixá-lo desligado:
    • No caso do frigorífico ou combinado, pode fazê-lo se ausentar mais de 5 dias (1). Esvazie o aparelho, desligue-o da tomada e limpe-o. A energia que se poupa por não ter o equipamento a funcionar durante estes dias compensa a energia necessária para voltar a arrefecer o frigorífico até à mesma temperatura, quando o ligar novamente.
    • No caso da arca desliga-la compensa em ausências superiores a mais de 10 dias (1). Depois de esvaziada e desligada ela deve ser limpa quando já não tiver gelo. A energia que poupará por ter a arca desligada durante estes 10 dias vai compensar aquela que se gasta a arrefecer a arca outra vez, quando a voltar a ligar.

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Máquina de lavar loiça


São várias as medidas que podem ser tomadas para otimizar a utilização da máquina de lavar loiça.

  • Evitar lavar enquanto a máquina não estiver totalmente cheia, evitando no entanto sobrecarrega-la. Mesmo que a sua máquina tenha programa de meia carga, é preferível juntar mais loiça e fazer um programa de carga completa, uma vez que os consumos de água e energia deste tipo de programas continuam a ser significativos. Se precisar de alguma peça de loiça com urgência, é preferível lava-la à mão.
     
  • Deve-se dispor a loiça de forma a tornar a lavagem mais eficiente.
     
  • Adapte o programa a utilizar à sujidade da loiça a lavar. Na lavagem de loiça de uma refeição normal, grande parte das vezes não necessita de programas muito agressivos ou de temperaturas de lavagem elevadas. Procure perceber qual é o ciclo de lavagem mais curto e com menos temperatura que lhe permite na mesma uma boa lavagem da loiça. Deverá fazer uso dele, pois grande parte da energia gasta numa lavagem é para aquecer a água. A utilização de programas a baixas temperaturas diminui assim a fatura da eletricidade.
     
  • Deve-se evitar, sempre que possível, fazer pré-lavagem da loiça, utilizando-a apenas para loiça muito suja, com comida ressequida ou queimada. Nesses casos deve-se retirar os restos de comida para o lixo e passar a loiça por água (fria), evitando ter de utilizar um programa de lavagem mais forte, com uma temperatura mais elevada. A pré-lavagem não deve ser feita de torneira aberta. Se deixar a loiça de molho no lava-loiça durante 10 a 20 minutos em vez de usar água corrente, estará também a poupar água.
     
  • Caso a máquina permita seleccionar o tempo de secagem, este deve ser reduzido ao mínimo. Outra opção é desligar a máquina após o enxaguamento final e abrir a porta. A loiça secará sem precisar de gastar energia. Desta forma conseguirá poupar entre 33 a 50% da energia de um ciclo completo de lavagem (1).
     
  • Se a máquina tiver a opção de poupança de água e energia na lavagem, estas devem ser utilizadas sempre que possível. Se ao utilizar um programa de temperaturas mais baixas verificar resíduos de detergente na loiça lavada, substitua as pastilhas por detergente em pó ou em líquido.


Também a manutenção da máquina é importante para a sua eficiência:

  • Verifique os depósitos do sal e abrilhantador com regularidade e mantenha- os sempre cheios. Estes produtos permitem um melhor desempenho da máquina nas fases de lavagem e secagem.
     
  • A limpeza dos filtros da máquina é importante para que o consumo de eletricidade não aumente com a utilização destes equipamentos e também para não deixar a loiça com resíduos de comida.

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Máquina de Lavar Roupa


A utilização da máquina de lavar roupa pode ser optimizada através de algumas precauções simples aplicáveis no quotidiano de modo a reduzir o consumo energético deste equipamento:

  • A máquina deve ser utilizada apenas quando estiver na sua capacidade máxima, lavando apenas quando estiver cheia de roupa. Caso não seja possível fazê-lo, utilize programas de meia carga, tendo em atenção que a meia carga não implica metade do consumo de água e energia.
     
  • Uma máquina que pese a roupa que vai lavar (função já bastante comum), usará e aquecerá somente a água necessária para essa quantidade, reduzindo o desperdício de energia caso aquecesse demasiada água para aquela carga.
     
  • Grande parte da eletricidade gasta numa lavagem é para aquecer a água. Daí que seja recomendável a utilização de programas a baixas temperaturas pois diminui a factura da electricidade, sem prejuízo na lavagem da roupa:
    • Para o mesmo programa, a diferença entre lavar a frio (30ºC) e lavar a 40ºC implica um aumento entre 10 a 30% de energia. A diferença entre lavar a frio (30ºC) e lavar a 60ºC implica um aumento do consumo de energia entre 200% e 400%. (1)
  • Se a máquina tiver a opção de poupança de água e energia na lavagem, estas devem ser utilizadas sempre que possível. Prefira utilizar os programas que lhe permitam poupar energia, mesmo que sejam mais longos.
     
  • Deve-se evitar fazer o ciclo de pré-lavagem na máquina de lavar roupa. Deve-se procurar tirar as nódoas previamente com sabão azul e branco ou outra técnica (link para as receitas no consumo sustentável).
     
  • Adapte o programa a utilizar ao tipo de roupa que vai lavar. Não é necessário utilizar programas muito longos ou de alta temperatura para roupa com sujidade normal. O uso do programa suave, em vez do normal, faz com que o motor da máquina não tenha que trabalhar tanto, consumindo menos energia.
     
  • Escolha um detergente que lhe permita obter bons resultados a baixas temperaturas. Caso opte por um detergente em pó, se o dissolver em água antes de o colocar na máquina obterá melhores resultados a todas as temperaturas, mesmo com água fria.
     
  • A manutenção da máquina é fundamental para o seu bom funcionamento, devendo-se fazer a limpeza dos filtros é importante para que o consumo de eletricidade não aumente com a utilização destes equipamentos. 


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Máquina de Secar Roupa

De modo a racionalizar a utilização destes equipamentos é recomendável ter em atenção alguns cuidados no dia-a-dia para garantir um menor consumo energético.

No entanto, antes de recorrer à máquina de secar roupa convém certificar-se se não pode mesmo secá-la naturalmente. Sabia que uma hora de secagem equivale a 2 dias e meio de funcionamento de um frigorífico / combinado ou 3 lavagens completas de roupa a 40ºC (1). Assim, se puder secar a roupa naturalmente, porque vai pagar energia que pode ter de graça?

Caso não possa mesmo prescindir da máquina/função de secar, então tenha em consideração o seguinte:

  • Antes de secar a roupa na máquina, centrifugue-a o melhor possível. A centrifugação representa um menor consumo de energia do que a secagem da roupa na máquina de secar, pois a secagem pela centrifugação é 70 vezes mais económica do que a da máquina de secar. Se centrifugar a 600 ou 800 rpm, para obter o mesmo grau de humidade de uma centrifugação a 1000 rpm terá de ter a roupa na máquina de secar durante uma hora (1).
     
  • Utilize a máquina na sua capacidade máxima, mas sem a sobrecarregar, pois isso levaria a um maior consumo energético por demorar mais tempo a secar.
     
  • Não misture roupa leve com roupa mais pesada, para ter a roupa toda seca ao mesmo tempo, utilizando apenas o tempo estritamente necessário para cada tipo de roupa. Também não misture roupas húmidas com uma carga que já esteja parcialmente seca.
     
  • Caso a máquina de secar tenha um dispositivo de medição da humidade, utilize-o, pois este irá desligar a máquina quando as roupas estiverem secas. Caso tenha disponível na sua máquina de secar o controlo por sensor de humidade, prefira programas do tipo “Passar a ferro” em vez do controlo por temporizador. Desta forma o ciclo de secagem finalizará quando a roupa atingir um determinado grau de humidade, sem estar completamente seca, podendo finalizar a secagem de forma natural fora da máquina, poupando energia.
     
  • Instale a sua máquina de secar roupa num local bem ventilado e sem obstruções que dificultem a evacuação do ar húmido que resulta da secagem.
     
  • A limpeza dos filtros é importante para que o consumo de eletricidade não aumente com a utilização destes equipamentos. As impurezas acumuladas no filtro diminuem a eficiência de evacuação do ar húmido durante o ciclo de secagem, aumentando o consumo de energia.

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Ferro

Evite ligar o ferro eléctrico nos horários em que muitos outros aparelhos estejam ligados, pois ele sobrecarrega a rede de energia eléctrica.

Siga as instruções de temperatura para cada tipo de tecido.

Desligue o ferro duas ou três peças antes do final, pois continuará a difundir calor.
 

 

Ao Cozinhar


Fogão

Descongelar os alimentos antes de os cozinhar e sem recurso ao micro-ondas, é uma das formas de poupar energia. Não só diminuirá o uso do micro-ondas como reduzirá o tempo necessário para cozinhar os alimentos, poupando duplamente.

Nos fogões e placas a gás, a chama e o disco não devem ultrapassar a base do recipiente para se maximizar o aproveitamento do calor.

Nos fogões com placas eléctricas, use panelas e tachos de fundo plano para aproveitar ao máximo o calor produzido.

Mantenha a chama do fogão no mínimo suficiente para manter a fervura. A chama deverá te forma cónica e cor azulada. Se assim não for deve chamar um técnico para afinar o fogão, pois está a desperdiçar gás.

Sempre que possível, tape bem os recipientes durante a confecção dos alimentos.

O uso de recipientes de cerâmica ou vidro permite baixar a temperatura necessária ao cozinhado em cerca de 25ºC, pois são materiais que retêm melhor o calor.

Faça uso da panela de pressão, que permite cozinhar de forma mais rápida e económica.

Não coloque a ferver mais água do que o necessário, pois ao aquecê-la em excessiva quantidade estará a desperdiçar energia.

Se cozinhar os alimentos em pedaços mais pequenos, necessitará de menos energia para o fazer, com a vantagem de terminar o cozinhado mais rapidamente.

Desligue o lume um pouco antes de terminar o cozinhado pois o calor presente no tacho é suficiente para acabar de cozer os alimentos. Como demoram a arrefecer, as chapas eléctricas podem ser desligadas alguns minutos antes, ficando ainda a transmitir calor para o tacho.

A limpeza do fogão é fundamental para reduzir o desperdício de energia. Quanto mais limpos estiverem os reflectores do fogão, melhor o calor será reflectido.
 

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Forno

Na aquisição de um forno deve ter atenção a algumas questões:

  • Se está a ponderar entre um forno eléctrico ou a gás, saiba que a segunda opção é muito mais económica. Se tiver gás natural, essa poupança será ainda mais acentuada.
     
  • Um forno com ventilação faz uma melhor distribuição do calor e cozinha mais depressa, gastando menos energia.
     
  • Um forno com luz (que possa ser ligada e desligada) e com temporizador, permite monitorizar os cozinhados sem ter de estar sempre a abrir a porta, permitindo poupar energia.


Os fornos elétricos apresentam consumos distintos, em função dos diversos processos utilizados na confeção de alimentos. O modo de operação mais usual reside na radiação de calor por intermédio de resistências elétricas, complementado pela ação de um ventilador. Este, por sua vez, permite a convecção do calor gerado, distribuindo-o de forma uniforme sobre os alimentos.

Existe ainda a opção do grelhador que, em conjunto com outras funcionalidades, apresentam potências elétricas elevadas e, consequentemente, consumos mais significativos.

Para uma utilização mais eficiente do forno, siga os seguintes conselhos:

  • Se tem um forno grande utilize-o somente para cozinhar grandes refeições; caso contrário estará a consumir muita energia para pequenas quantidades de alimento. Aproveite ao máximo a capacidade do forno, cozinhando sempre que possível vários alimentos ao mesmo tempo.
     
  • Se vai colocar mais que um tabuleiro no forno, não se esqueça de deixar espaço entre eles de forma a permitir que o calor circule no meio.
     
  • Antes de ligar o forno coloque a grelha ou tabuleiro na posição pretendida, para não o fazer com o equipamento já ligado, evitando desperdiçar energia com estas tarefas.
     
  • Faça um pré-aquecimento de menos tempo do que o indicado pois geralmente os tempos sugeridos são maiores do que o necessário. Se a cozedura do seu alimento tiver uma duração superior a uma hora, não é necessário fazer o pré-aquecimento do forno.
     
  • O uso de recipientes de cerâmica ou vidro permite baixar a temperatura necessária ao cozinhado em cerca de 25ºC, pois são materiais que retêm melhor o calor.
     
  • Regule adequadamente a temperatura do seu forno: por cada grau a mais aumenta o consumo de energia entre 0,7 a 1%. Por exemplo, para um cozinhado de 50 minutos, se regular a temperatura para 250ºC em vez de 200ºC, consumirá mais 37% de energia. (1)
     
  • Evite abrir a porta do forno, pois cada vez que o fizer estará a perder energia acumulada no interior. Por exemplo, para uma temperatura de 250ºC, a abertura da porta durante 10 segundos resulta num aumento de cerca de 8% do consumo de energia para um cozinhado de 20 minutos (1). Utilize a iluminação do forno para vigiar o cozinhado, evitando assim a abertura da porta.
     
  • O forno pode ser desligado 5 ou 10 minutos antes de o cozinhado estar pronto. O calor remanescente será suficiente para acabar a cozedura dos alimentos, poupando 5 a 10% da energia necessária à confeção do cozinhado (1).


A manutenção do forno também é importante para uma maior eficiência deste equipamento:

  • Mantenha o seu forno limpo, pois ajudará o calor a refletir-se melhor, consumindo menos energia no processo. No entanto evite o uso da função de auto-limpeza pois esta acarreta consumos energéticos elevados. Reserve-a apenas para quando necessitar de fazer limpezas mais a fundo. Caso deseje utilizar esta função, faça-o imediatamente após a utilização do forno, enquanto este ainda está quente ou, caso tenha tarifa bi-horária, faça-o nas horas de vazio.
     
  • Verifique regularmente as juntas e as borrachas de vedação, substituindo as que estejam gastas ou com fissuras, de modo a evitar perdas de calor.


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Microondas

Sempre que possível descongele os alimentos ao natural e não no microondas. Escolha a temperatura a usar de acordo com as necessidades. Se não souber o tempo que é necessário para uma utilização específica, opte por ir fazendo períodos mais curtos de tempo do que colocar uma duração excessiva.

Sempre que possível utilize o micro-ondas para menores quantidades de comida, pois este eletrodoméstico é mais eficiente que o forno elétrico.


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(1) - Fonte: EcoSave (www.ecosave.org.pt)  

 

Actualizado: 15/10/2012

 

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